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Governo de SP reage com plano emergencial para mitigar greve de trens

Paralisação de ferroviários impacta CPTM, e gestão Tarcísio aciona medidas para minimizar transtornos aos passageiros.

Por Redação Itapevi News · 04 de agosto de 2026 às 06:40

Governo de SP reage com plano emergencial para mitigar greve de trens
Reprodução/itapevinoticias.com.br

A cidade de São Paulo amanheceu nesta terça-feira, 4 de agosto de 2026, com um cenário desafiador para milhares de trabalhadores e estudantes. A greve dos ferroviários atingiu em cheio as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM, levando o governo do estado, sob a gestão de Tarcísio de Freitas, a implementar um plano de contingência robusto para tentar aliviar os impactos na rotina dos paulistanos.

Para atenuar a crise no transporte, o Metrô adiantou a abertura de suas estações nas linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata para as 4h da manhã. A Linha 3-Vermelha, em particular, teve sua operação reforçada com a inclusão de composições adicionais para atender à demanda inesperada. Enquanto isso, as linhas da CPTM sob administração privada (7-Rubi, 8-Diamante e 9-Esmeralda) e a Linha 10-Turquesa funcionam sem alterações.

As linhas 11-Coral e 12-Safira operam de forma parcial, com a Linha 11 circulando entre Palmeiras-Barra Funda e Guaianases, e a Linha 12 entre Brás e Engenheiro Goulart. A Linha 13-Jade e o Expresso Aeroporto, por sua vez, tiveram suas operações totalmente suspensas. Para complementar, a Polícia Militar reforçou o policiamento em estações e terminais, visando garantir a segurança dos usuários.

No epicentro do plano emergencial, o governo acionou o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese), mobilizando 128 ônibus. Esses veículos estão cobrindo os trechos afetados: na Linha 11-Coral, entre Estudantes e Corinthians-Itaquera; na Linha 12-Safira, de São Miguel Paulista a Calmon Viana; e na Linha 13-Jade, conectando Aeroporto-Guarulhos a Engenheiro Goulart.

Apesar dos esforços de negociação, que incluíram a determinação do Tribunal Regional do Trabalho para que o sindicato mantivesse 80% do efetivo nos horários de pico e 60% nos demais, a greve persistiu. O descumprimento pode acarretar em uma multa diária de R$ 400 mil. O governo lamentou a paralisação, enfatizando os prejuízos à população que depende diariamente do transporte ferroviário.

Fonte: itapevinoticias.com.br

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